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A Evolução da Governança de Dados Capítulo 7 — A Plataforma de Dados é onde a Governança deixa de ser intenção e passa a tornar-se operação
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® Ao final do capítulo anterior, chegamos a uma conclusão que considero decisiva para a evolução da Governança de Dados. Se desejamos que ela deixe de depender exclusivamente da atuação de uma equipe especializada e passe a representar uma capacidade organizacional, seus princípios precisam ser incorporados à forma como a organização trabalha. Essa afirmação parece simples, mas ela conduz a uma pergunta inevitável,
11 de set.4 min de leitura


A Evolução da Governança de Dados Capítulo 6 — Transformar a Governança em uma capacidade organizacional: o que isso realmente significa?
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® Ao longo dos capítulos anteriores, defendi que a Governança de Dados precisa deixar de atuar como um programa paralelo às operações e passar a fazer parte da forma como a organização desenvolve seus Produtos de Dados. Essa mudança de perspectiva nos levou a uma conclusão importante: a Governança só consegue escalar quando deixa de depender exclusivamente da equipe responsável por ela e passa a ser incorporada ao p
11 de set.4 min de leitura


A Evolução da Governança de Dados Capítulo 5 — A Governança só escala quando deixa de depender da própria Governança
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® Toda transformação organizacional produz, em algum momento, um paradoxo. Quanto mais bem-sucedida ela se torna, maior passa a ser a dificuldade de sustentá-la. A Governança de Dados não foge a essa lógica. Quando uma organização começa a desenvolver Produtos de Dados de forma consistente, amplia o compartilhamento de informações entre áreas e passa a utilizar dados como parte do seu processo decisório, a quantidad
11 de set.4 min de leitura


A Evolução da Governança de Dados Capítulo 4 — A Governança não deveria apenas validar Produtos de Dados, ela deveria ajudar a construí-los
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® Existe uma característica que se repete em praticamente todas as organizações que decidem estruturar um programa de Governança de Dados. Depois de definir papéis, estabelecer domínios, implantar um catálogo corporativo e organizar seus processos, cria-se a expectativa de que a Governança finalmente passará a acompanhar o desenvolvimento dos Produtos de Dados. À primeira vista, isso parece representar uma evolução
10 de set.5 min de leitura


A Evolução da Governança de Dados Capítulo 1 - A Governança de Dados deixou de ser um programa?
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® As organizações nunca produziram, compartilharam e consumiram tantos dados quanto produzem hoje. A transformação digital ampliou a quantidade de sistemas, acelerou o desenvolvimento de produtos digitais, distribuiu a tomada de decisão entre diferentes equipes e tornou os dados parte essencial da operação. Eles deixaram de servir apenas como insumo para relatórios gerenciais e passaram a sustentar aplicações em te
10 de set.4 min de leitura


A Evolução da Governança de Dados Capítulo 2 – A Governança começa muito antes do catálogo
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® Durante muitos anos, aprendemos a associar o início da Governança de Dados à documentação dos ativos, à definição de responsabilidades ou à publicação de informações em um catálogo corporativo. Essa sequência fez sentido em um cenário onde os dados eram tratados como entregas de projetos específicos e evoluíam em um ritmo relativamente previsível. Hoje, entretanto, a realidade é diferente, as organizações desenvol
10 de set.4 min de leitura


A Evolução da Governança de Dados Capítulo 3 — O maior erro da Governança talvez seja acreditar que Ownership é um cargo
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Olá, governantes!® Os dois primeiros capítulos desta série provocaram uma discussão interessante. Ao defender que a Governança precisa deixar de ser um programa paralelo para fazer parte da rotina operacional das organizações e que ela deve nascer junto com os Produtos de Dados, uma pergunta surgiu repetidamente nas conversas que tive nos últimos dias: afinal, quem é o responsável por garantir que isso aconteça? Quase sempre a respo
10 de set.4 min de leitura


Como convencer a diretoria a investir em Governança de Dados
Tereza Cristina é voluntária na DAMA Brasil Muitas iniciativas de Governança de Dados fracassam antes mesmo de começar, mas não por falta de tecnologia, ferramentas ou conhecimento técnico, mas porque a proposta foi apresentada da forma errada. Ao longo da minha trajetória, percebi que um dos maiores desafios dos profissionais de dados é tentar convencer a diretoria utilizando argumentos que fazem sentido para quem trabalha com dados, mas não necessariamente para quem toma de
27 de jun.3 min de leitura


Governança de Modelos de Inteligência Artificial
A adoção acelerada de Inteligência Artificial (IA) nas organizações tem ampliado a capacidade analítica e decisória das empresas. No entanto, a incorporação de modelos algorítmicos aos processos críticos também introduz riscos técnicos, regulatórios, éticos e estratégicos. Neste artigo falo sobre a Governança de Modelos de IA como disciplina estruturante para mitigar riscos sistêmicos, garantir accountability e sustentar vantagem competitiva. Argumenta-se que a maturidade o
2 de jun.3 min de leitura
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